MMN: SE NÃO NOS ORGANIZARMOS, VAMOS MORRER COMO PEIXE
Um texto de Steve Labriola, Diretor de Marketing Internacional da Telexfree, orientando alguns Divulgadores brasileiros, está sendo desvirtuado e provocando medo nas pessoas.
Eu tenho insistido que precisamos avançar na organização do marketing multinível, definindo organizações estaduais e uma coordenação nacional. Urgente!
Tem gente demais falando pelos Divulgadores brasileiros de MMN e, me desculpem, mas, tem gente falando besteira. Nenhum movimento sobrevive desse jeito, sem comando, sem rumo, sem uma liderança ou grupo de lideranças que unifique o discurso e defina a estratégia.
Lamentável!
Fonte: Moisés Diniz
Pessoal, o que o diretor quis dizer é que a TelexFREE não vai mais aceitar os excessos nas redes socias por parte de divulgadores e isto esta mais do que correto. Como foi dito pela própria promotora Alessandra, a justiça brasileira nada pode fazer contra a TelexFREE LLC.
Cumprindo sua agenda no Recife, o Deputado Federal (SP) Marcos Feliciano, Presidente da Comissão dos Direitos Humanos em Brasília, juntamente com o Deputado Federal (PE) Anderson Ferreira, estiveram neste sábado em um restaurante no bairro de Boa Viagem conversando sobre o caso Telexfree.
O Dep. Feciliano informou que está ciente da situação envolvendo a Telexfree no Acre e tomou conhecimento da manifestação pacífica do divulgador Aerci. Disse ainda que estará juntamente com a Frente Parlamentar do Multinível presidida pelo Deputado Popó e com o apoio da Deputada Antonia Lúcia, trabalhando para que seja encontrada uma solução para o problema.
Por oportuno, fiz um resumo do caso, falando detalhadamente da quantidade de pessoas envolvidas, valores da Ympactus presos pela justiça do Acre, acrescentamos também que o valor retido é o suficiente para a empresa pagar aos investidores que não obtiveram o retorno e que estranhamente a promotoria do Acre não aceita o acordo ou os acordos propostos pela Cia.
Ele também está ciente da quantidade de pessoas envolvidas, cerca de 1.5 milhão, que na sua maioria está sofrendo sem recursos para cumprir com as suas obrigações, passando extremas necessidades. Rapidamente fizemos um cálculo acrescentando no mínimo mais 2 pessoas na família de cada divulgador, ao montante, temos quase 5 milhões de pessoas, número muito expressivo.
Ele demonstrou muita preocupação com o caso.
Adicionalmente, coloquei que em Pernambuco somamos cerca de aproximadamente 220 mil pessoas que investiram na empresa e esperam uma solução para sanar esta angústia.
Fonte: Giva Alves Divulgador TelexFREE
O Deputado Anderson Ferreira (PE), que também faz parte da Comissão de Direitos Humanos na Camara Federal, também demonstrou preocupação com o caso e afirmou que está apoiando o interesse dos divulgadores. "Estamos juntos com o Deputado Popó nesta luta", disse ele.
Segundo comunicado do diretor de marketing internacional da telexfree, quem gosta de ficar mostrando o saldo e o extrato do BACK OFFICE por meio de Print Screen pros amigos do facebook e outras redes sociais, correm o risco de ter suas contas TelexFREE USA bloqueadas e até mesmo canceladas pela empresa.
Nós sempre alertamos para este tipo de prática e recetemente avisamos dos riscos até de um ladrão as assaltarem por causa disso. Ou vocês acha que aquí também não tem ladrão e assaltante?
Já fomos informadoe e já repassamos para vocês sobre denúncias de quadrilhas organizadas em roubar divulgadores da TelexFREE.
Pois é: Quemm tiver Print Screen com o extrato das suas rendas do BACK OFFICE TelexFREE no facebook e em outras redes sociais removam imediatamente! Quemm tiver foto do carro, da casa e que diz ter adquirido por meio da mesma, também devem remover! Ou então você próprio será excluido da empresa. Pois somos uma empresa séria que dá oportunidade para todos e não uma passarela de exposição pra exibir quanto ganhamos e o que compramos com o dinheiro que ganhamos.
A liminar que bloqueou a empresa TelexFREE no Brasil não causou os efeitos esperados pelos seus mentores.
Bloqueada há quase um ano pela juíza Thaís Khalil, da 2ª Vara Cível de Rio Branco, e travando uma guerra jurídica envolvendo interesses políticos e comerciais de raros precedentes no Brasil, a empresa TelexFREE continua crescendo a passos de gigante e conquistando novos Divulgadores no Acre, Brasil e em todo o mundo.
O exemplo claro da confiança da população acreana na empresa pode ser constatado em post realizado nada menos de que pelo Coordenador da Ouvidoria do TJAC, Marcos Vitorino, que afirmou que entrará na TelexFREE internacional.
“Data definida: Dia 21/03, após regressar de Porto Velho, Manaus e Curitiba, e estudar MMN e o processo contra a Ympactus, vou ingressar na Telexfree Internacional, ao lado do meu amigo Grandi Almeida”, comentou Marcos.
A ação que paralisou a TelexFREE foi desencadeada pelo Governo do Estado do Acre, inicialmente através do Procon-AC (demandante da ação), órgão diretamente ligado a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos, ou seja, sob o comando e responsabilidade administrativa do governador Tião Viana (PT). O Procon-AC é gerenciado pela esposa do vice-governador do Acre, César Messias.
A deterioração das contas públicas, o mau desempenho do PIB e a perspectiva de retirada dos estímulos da economia norte-americana colaboraram para que o dólar subisse 15,1% em 2013, com possibilidade de alta contínua para 2014, chegando aos níveis de R$ 2,40, podendo atingir até R$ 2,80, avaliam especialistas.
Até maio de 2013, o dólar se manteve oscilando entre níveis de R$ 1,94 e R$ 2,04. Segundo Carlos Eduardo Ferreira de Lima, da CMA Econofin, os pilares centrais que sustentaram a elevação da moeda a partir desse mês começaram a surgir quando autoridades do Banco Central Europeu sinalizaram uma possível intervenção na economia.
Aproveitando a passagem do Botafogo pelo Equador, a Telexfree, que patrocina o time, decidiu realizar uma ação ousada: levou aproximadamente mil equatorianos, em sua maioria funcionários da empresa, para apoiarem o clube em Quito, na partida contra o Deportivo Quito, na última quarta-feira, no Estádio Atahualpa, pela pré-Libertadores. A decisão foi tomada pela própria Telexfree do Equador, sem o auxílio do Botafogo ou da Telexfree Internacional. A empresa confeccionou bandeiras e camisetas parecidas com a do clube carioca e distribuiu, junto a ingressos, para equatorianos que fossem apoiar o clube. A empresa, que assinou o acordo com a equipe brasileira neste ano, enfrenta polêmica no Brasil, já que é acusada de promover pirâmides financeiras. No Botafogo, a TelexFree, proibida de atuar no País, espera alcançar publicidade global.
Um dos mais entusiasmados com a ideia da TelexFree de colocar equatorianos para torcer pelo Botafogo na partida contra o Deportivo Quito foi o funcionário Jaime Pérez. Torcedor do Emelec, de Guaiaquil – time que também disputa a Copa Libertadores – Pérez garantiu que torcerá pelo Botafogo durante toda a competição sul-americana.
– Foi muito bonito torcer pelo Botafogo no Atahualpa. Foi uma grande partida. Agora vamos apoiar o Botafogo 100% durante toda a Copa Libertadores. Tenho certeza de que eles vão vencer o Deportivo por 4 a 0, no Maracanã, e voltaremos a apoiá-los contra o Independiente del Valle – disse Jaime, lembrando que, caso o Alvinegro passe, encontrará outra equipe do Equador já pela fase de grupos da competição sul-americana.
Na última quinta-feira, em um hotel luxuoso de Quito, a TelexFree organizou uma grande convenção, que contou com a participação de executivos da empresa e de colaboradores, como são chamados internamente os funcionários do grupo.
A decisão de colocar equatorianos para torcer pelo Glorioso foi tomada pela própria Telexfree do Equador, sem o auxílio do Botafogo, apesar da diretoria do clube estar ciente da ação. A empresa confeccionou bandeiras e camisetas parecidas com a do clube carioca e distribuiu, junto de ingressos, para equatorianos que fossem apoiar o clube.
Proibida de atuar no Brasil, a Telexfree enxerga no Botafogo uma ótima oportunidade de crescer pela América do Sul. Já funcionando no Equador, a ideia é crescer ainda mais nos países vizinhos. Então, não surpreenderá se - caso vá para a fase de grupos - mais torcedores "de aluguel" apareçam para apoiar o Botafogo pelo continente.
O acerto da TelexFree para ser patrocinadora do Botafogo tem como um dos principais objetivos ampliar a visibilidade da marca na América do Sul. Por causa da Libertadores, o Alvinegro foi visto como um parceiro em potencial. Na vitória do Deportivo Quito por 1 a 0, quarta-feira, o estádio Olímpico Atahualpa recebeu uma torcida de cerca de mil pessoas formada por divulgadores da empresa no Equador.
Reunidos, eles compraram os cerca de mil ingressos e fizeram camisas do Botafogo com a marca do patrocinador em destaque. Em redes sociais, os líderes da empresa no Equador anuciaram distribuição de entradas grátis aos "sócios" da TelexFree. No grupo, além dos equatorianos, estavam três brasileiros, entre eles Dorian da Silva Santos.
- Todos gostaram muito. Os divulgadores daqui do Equador tiveram a ideia de comprar os mil ingressos e mandar fazer as camisas do Botafogo. Todos agora também são um pouco botafoguenses por causa desta parceria com a TelexFree e esperam que o clube faça uma boa campanha para poder voltar ao Equador (enfrentariam o Independiente del Valle na fase de grupos da Libertadores) - disse o brasileiro.
Além do jogo do Botafogo, os seguidores desta empresa participam de diversos eventos de divulgação da marca em Quito até o fim da semana. Alguns reúnem milhares de pessoas. O equatoriano Ivan Villena, um dos que foram ao estádio na quarta-feira trajado de alvinegro na torcida do "Fogón", disse que a ideia foi fazer uma boa recepção ao Glorioso na cidade.
Agora o Botafogo tem uma torcida no Equador. Foi muito interessante assistir ao jogo, todos nós nos mobilizamos para estar perto neste momento. Esperamos uma vitória no Rio para que o time possa voltar aqui - disse o divulgador, que também torce para o Barcelona de Guayaquil.
Sergio Landau, diretor executivo do Botafogo, viu a iniciativa dos equatorianos com bons olhos. Ele voltou a frisar que o clube negociou apenas com a TelexFree sediada em Miami, nos Estados Unidos, mas que esta ação no jogo contra o Deportivo Quito é uma prova de que a parceria está dando frutos para ambos os lados.
- Acho que foi uma coisa positiva, mostra que a parceria está firme e que há uma reciprocidade. É uma integração importante. Desde o início disseram que queriam o Botafogo para ajudar a alavancar a marca. Não sei ao certo como eles se posicionam na América do Sul, porque nosso contato foi apenas nos Estados Unidos. De qualquer forma acho que foi válido também para o Botafogo.
A Telexfree tem travado uma luta na justiça para conseguir operar no Brasil. Denunciada pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) por suspeita de atuar sob esquema de pirâmide financeira, a empresa teve suas contas e operações bloqueadas pela Justiça do Acre em 2013. Houve ainda uma multa no fim de dezembro no valor de R$ 11 mil por entrar com recurso considerado protelatório, com a intenção de atrasar o andamento de dois processos: o que bloqueou as atividades da empresa e outro que pede a extinção do negócio.
DEVOLUÇÃO PARA TODOS QUE ESTÃO NO PREJUÍZO, INDEPENDENTE DE PRAZO.
"Tanto o MP quando a empresa estão defendendo a devolução apenas para aqueles que entraram nos últimos 60 dias, mas, tal posicionamento é totalmente injusto, têm muitas outras pessoas ainda no prejuízo, que entraram antes desse prazo. Portanto, o justo seria o acordo contemplar a devolução para todos que estiverem no prejuízo, independente de prazo, data de cadastro, etc." .................. Querida Mirian Domingues, a informação que tenho é que o MP vai propor 90 dias, no lugar dos 60 dias da proposta anterior. Concordo com você, só acho que a devolução universal pode ser decidida no mérito, o que tende a ocorrer até meados do ano, de acordo com as informações que nos chegam. Essa proposta de agora seria paliativa, para quem tem um prejuízo maior.
No mais, a Ympactus já se posicionou (plantão nº 26) contra a devolução universal, mesmo dentro dos últimos 60 dias. Por isso, acho que é um tema mais complexo, que vai envolver posicionamento jurídico consolidado de parte da Ympactus e do MP.
Agora, o acordo é exatamente em cima do que é possível acordar entre as partes. Mas, é muito importante opiniões como a sua, porque traz luz ao problema.
O advogado está participando do concurso público para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva para o cargo de Promotor de Justiça Substituto, com a participação da OAB/AC, em todas as suas fases.
André Neri, que também é Presidente da Comissão de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre – OAB/AC, instituição que participa diretamente do processo seletivo do MP/AC, ao invés de observar os fundamentos basilares da defesa, utilizou-se dos preceitos da acusação, já posicionando-se como um autêntico membro do Ministério Público acusando e julgando a Empresa TelexFREE de ser uma “Pirâmide Financeira”, causando grande polêmica até mesmo entre colegas de profissão.
O salário para Promotor de Justiça Substituto do MP/AC é de R$ 21.711,74 (vinte e um mil, setecentos e onze reais e setenta e quatro centavos).
O concurso público será regido por edital e executado pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos daUniversidade de Brasília (CESPE/UnB) e pela Comissão do Concurso, que tem 05 membros do MP/AC e 01 da OAB/AC.
A seleção para o cargo compreenderá seis etapas: I) prova objetiva seletiva, de caráter eliminatório e classificatório; II) provas escritas, de caráter eliminatório e classificatório, de responsabilidade do CESPE/UnB; III) inscrição definitiva, de caráter eliminatório, de responsabilidade do CESPE/UnB, sindicância de vida pregressa e investigação social, de caráter eliminatório, de responsabilidade do CESPE/UnB e do MPE/AC, exame de sanidade física e mental, de caráter eliminatório, de responsabilidade do CESPE/UnB e exame psicotécnico, de caráter eliminatório, de responsabilidade do CESPE/UnB; IV) provas orais, de caráter eliminatório e classificatório, de responsabilidade do CESPE/UnB; V) prova de tribuna, de caráter classificatório, de responsabilidade do CESPE/UnB; e, VI) avaliação de títulos, de caráter classificatório, de responsabilidade do CESPE/UnB.
As informações repassadas pelo Diretor de Marketing da TelexFREE, Carlos Costa, no último informativo da empresa divulgado ontem (23), podem revelar as reais intenções do bloqueio que já ultrapassou os 6 meses.
O alerta sobre um golpe sem precedentes na história do Acre foi dado após a veiculação do último Termo de Ajuste de Conduta (TAC), proposto pelo Ministério Público do Estado do Acre, órgão diretamente vinculado ao Governo do Estado, sob o comando de Tião Viana (PT).
O novo acordo apresentado pelo MP/AC, que equivocadamente propõe a devolução dos recursos somente aos Divulgadores que ingressaram nos 60 dias antes do bloqueio, prevê uma multa de R$ 800 mil reais para cada Divulgador que a TelexFREE não identificar, formalizar um acordo com toda documentação pessoal devidamente autenticada, efetuar o pagamento dos valores investidos, recolher os comprovantes bancários e comprovar todos os trâmites ao MP/AC, no prazo de 30 dias.
O primeiro equívoco no TAC seria o prazo de 60 dias, pois são necessários, no mínimo, 100 dias para quem apenas comprou os pacotes VoIP e não quis convidar novos Divulgadores, fazendo rede, consiga recuperar os investimentos.
Mas, sobre este ponto, Costa comentou que a proposta da empresa vai além do que o MP/AC está propondo. Costa garante devolver o dinheiro de todos os Divulgadores que não recuperarem seus investimentos, independente do tempo que cada estaria na empresa.
A segunda falha seria referente ao prazo de 30 dias para que a empresa pudesse concluir todo esse processo, considerando que existem divulgadores em todos os estados brasileiros, nas mais longínquas localidades, inviabilizando o cumprimento pela empresa.
Mas, a principal armadilha embutida neste novo TAC seria exatamente acerca dos valores da multa e, principalmente, a destinação destes recursos que a empresa seria obrigada a pagar caso não consiga atingir todos os Divulgadores previstos no acordo.
Em síntese, para cada Divulgador que atendesse as especificações do TAC, que não fosse restituído, a empresa pagaria R$ 500 mil e cada sócio da empresa pagaria mais R$ 100 mil, totalizando R$ 800 mil (3 sócios), sendo que estes valores seriam depositados em um FUNDO ESTADUAL DE DIREITOS DIFUSOS, claramente no âmbito do Governo do Acre, que tem as chaves dos cofres devidamente guardadas no bolso do governador Tião Viana.
Carlos Costa também comentou que o seu advogado, Roberto Duarte, principal responsável pela condução das negociações junto ao MP/AC, interpôs ontem mesmo um requerimento com contraposta da empresa, comprovando que cumpre fielmente os prazos e procedimentos para maior celeridade no andamento do processo.
Com a didática que lhe é peculiar, apresentada em seus vídeos, Carlos Costa chegou a fazer mais uma demonstração prática e simples, esclarecendo quais seriam os Divulgadores que deveriam receber prioritariamente os recursos, ou seja, aqueles que não recuperaram o valor do investimento realizado.
Em mais uma aula, desta vez de jurisprudência, Costa citou que os tribunais superiores consideram que o valor de uma multa nunca deve ultrapassar o valor do principal, ou seja, se a empresa não conseguisse pagar Divulgador que investiu um pacote no valor de R$ 3 mil, a multa deveria ser, no máximo, de igual valor e não 266 vezes maior (nos casos de conta Family).
“Eu não posso concordar com o suicídio da empresa. Nós não temos como assinar, de forma alguma, esse TAC. Essa multa é abusiva, ofensiva, desproporcional, imoral e, principalmente, representaria enriquecimento ilícito”, comentou Carlos Costa sobre a nova proposta do MP/AC.
Veja novamente ao Vídeo com as declarações de Carlos Costa:
As informações repassadas pelo Diretor de Marketing da TelexFREE, Carlos Costa, no último informativo da empresa divulgado ontem (23), podem revelar as reais intenções do bloqueio que já ultrapassou os 6 meses.
O alerta sobre um golpe sem precedentes na história do Acre foi dado após a veiculação do último Termo de Ajuste de Conduta (TAC), proposto pelo Ministério Público do Estado do Acre, órgão diretamente vinculado ao Governo do Estado, sob o comando de Tião Viana (PT).
O novo acordo apresentado pelo MP/AC, que equivocadamente propõe a devolução dos recursos somente aos Divulgadores que ingressaram nos 60 dias antes do bloqueio, prevê uma multa de R$ 800 mil reais para cada Divulgador que a TelexFREE não identificar, formalizar um acordo com toda documentação pessoal devidamente autenticada, efetuar o pagamento dos valores investidos, recolher os comprovantes bancários e comprovar todos os trâmites ao MP/AC, no prazo de 30 dias.
O primeiro equívoco no TAC seria o prazo de 60 dias, pois são necessários, no mínimo, 100 dias para quem apenas comprou os pacotes VoIP e não quis convidar novos Divulgadores, fazendo rede, consiga recuperar os investimentos.
Mas, sobre este ponto, Costa comentou que a proposta da empresa vai além do que o MP/AC está propondo. Costa garante devolver o dinheiro de todos os Divulgadores que não recuperarem seus investimentos, independente do tempo que cada estaria na empresa.
A segunda falha seria referente ao prazo de 30 dias para que a empresa pudesse concluir todo esse processo, considerando que existem divulgadores em todos os estados brasileiros, nas mais longínquas localidades, inviabilizando o cumprimento pela empresa.
Mas, a principal armadilha embutida neste novo TAC seria exatamente acerca dos valores da multa e, principalmente, a destinação destes recursos que a empresa seria obrigada a pagar caso não consiga atingir todos os Divulgadores previstos no acordo.
Em síntese, para cada Divulgador que atendesse as especificações do TAC, que não fosse restituído, a empresa pagaria R$ 500 mil e cada sócio da empresa pagaria mais R$ 100 mil, totalizando R$ 800 mil (3 sócios), sendo que estes valores seriam depositados em um FUNDO ESTADUAL DE DIREITOS DIFUSOS, claramente no âmbito do Governo do Acre, que tem as chaves dos cofres devidamente guardadas no bolso do governador Tião Viana.
Carlos Costa também comentou que o seu advogado, Roberto Duarte, principal responsável pela condução das negociações junto ao MP/AC, interpôs ontem mesmo um requerimento com contraposta da empresa, comprovando que cumpre fielmente os prazos e procedimentos para maior celeridade no andamento do processo.
Com a didática que lhe é peculiar, apresentada em seus vídeos, Carlos Costa chegou a fazer mais uma demonstração prática e simples, esclarecendo quais seriam os Divulgadores que deveriam receber prioritariamente os recursos, ou seja, aqueles que não recuperaram o valor do investimento realizado.
Em mais uma aula, desta vez de jurisprudência, Costa citou que os tribunais superiores consideram que o valor de uma multa nunca deve ultrapassar o valor do principal, ou seja, se a empresa não conseguisse pagar Divulgador que investiu um pacote no valor de R$ 3 mil, a multa deveria ser, no máximo, de igual valor e não 266 vezes maior (nos casos de conta Family).
“Eu não posso concordar com o suicídio da empresa. Nós não temos como assinar, de forma alguma, esse TAC. Essa multa é abusiva, ofensiva, desproporcional, imoral e, principalmente, representaria enriquecimento ilícito”, comentou Carlos Costa sobre a nova proposta do MP/AC.
Veja novamente ao Vídeo com as declarações de Carlos Costa:
O vídeo do "Plantão Telexfree" demonstra que está chegando ao fim o sofrimento. Aqui, na fala de Carlos Costa, fica claro que o melhor caminho é o acordo.
Vou dedicar todo o meu tempo da semana que vem a encontrar esse ponto de equilíbrio. Não vamos começar do zero. Há uma luta acumulada.
Foram sete meses de luta, de ação de rua, de diplomacia, de pressão, de apoio político à causa, de idas a Brasília, de conversas com personalidades do mundo jurídico e político.
A vitória que se aproxima é fruto desses sete meses de luta.
Palavras do braço direito da TelexFREE, deputado MOISÉS DINIZ
LIBERA, JUÍZA!
Não posso entrar em detalhes (porque não sou advogado da TELEXFREE e nem sou membro do MP).
Mas, a juíza Thaís Khalil já dispõe das prerrogativas para determinar a devolução do dinheiro de quem não recebeu nada ou falta uma parte do investido, antes do julgamento do mérito.
Quanto à devolução aos investidores que têm um contrato a ser cumprido, isso ocorreria no julgamento do mérito.
Envie o seu caso, as dificuldades que você passou nesses sete meses, de forma respeitosa e sucinta:
2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, Email: vaciv2rb@tjac.jus.br
Um dos principais sócios da Telexfree, empresa investigada pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) por suspeita de ser uma pirâmide financeira, o diretor Carlos Costa divulgou, nesta terça-feira (21), um vídeo contestando o que havia sido dito pela promotora Alessandra Marques em entrevista ao G1. O conteúdo foi publicado na última segunda-feira (20).
No vídeo, Costa diz querer deixar a situação 'transparente' e evitar confusões. Ele diz ainda que o Ministério Público não tem enxergado com clareza o trabalho da Telexfree. "Fica claro que mais uma vez o Ministério Público tem uma visão míope do nosso negócio", fala. Ele diz que não é verdade que a venda do Voip [Voice Over Internet Protocol, sistema de telefonia pela internet vendido pela Telexfree], seja apenas uma das formas de remuneração da Telexfree.
"Não é verdade dizer que o Voip é apenas uma das formas de oito ou nove que nós temos... A pessoa entra como 'partner', paga uma adesão de U$ 50, ou seja, se eu sou um divulgador e apresento a Telexfree para outra pessoa e essa pessoa torna-se um parceiro, quanto é que eu ganho? Nada! Porque ninguém ganha nada na adesão. Agora essa pessoa que é 'partner' pode vender planos Voip através do website dela e ter uma bonificação de 10% por cada plano vendido ou até mesmo pela mensalidade que aquele cliente que comprou ficar pagando", explica.
Costa diz que os 'partners' podem se tornar divulgadores através do sistema 'Adcentral', pagando U$ 289 para adquirir dez contas Voip no atacado. Já no sistema 'Family', a pessoa paga U$ 1.375 por 50 contas Voip. Ele diz que quando uma pessoa adquire esses pacotes é que a pessoa que a levou para a Telexfree começa a ser remunerada. No primeiro caso, eles ganham U$ 20 e no seguinte, U$ 100.
Ele fala ainda da formação de 'árvores binárias', quando um divulgador começa a criar uma equipe de outros divulgadores para vender os planos Voip e de outras formas de lucro. "As nove [formas de lucro] são ligadas à comercialização do Voip", diz.
Modelo de negócio Carlos Costa nega ainda que o modelo de negócio da Telexfree seja vendido como 'passaporte para o paraíso' e compara a situação com a admiração causada por jogadores de futebol.
"Que outras pessoas possam exagerar isso, inclusive está no nosso regulamento para ser punido, porque a empresa não aceita nenhum tipo de exagero, ostentação de riqueza. Agora, porque a maioria das crianças hoje em dia querem jogar futebol? Porque veem o Neymar com carro, avião", argumenta.
Sobre a intervenção ter sido feita de forma a evitar eventuais prejuízos, como em outros casos, o diretor diz que a empresa não tem nada a ver com essas situações. "Nosso negócio nunca foi e nunca será uma pirâmide financeira".
Processo Costa fala que se o processo já está na metade é porque a empresa tem tentado acelerá-lo, mais uma vez contradizendo a informação dada pela promotora. "Ela diz que a empresa trabalha para atrasar o processo, isso não é verdade. A empresa trabalhou sempre na intenção de acelerar o processo", contesta.
Envio de dinheiro para o exterior O diretor diz que a promotora deverá provar que a Telexfree estaria fazendo envio de remessas de dinheiro para fora do país e ameaçou processá-la. "Nosso departamento jurídico vai demandar contra a senhora Alessandra que é promotora do caso no Acre, cível e criminalmente, porque ela vai ter que provar que a gente estava fazendo isso. Isso nunca foi feito. É mais uma acusação sem nenhuma prova", ameaça.
Ele apresenta ainda, o que seria a cópia de um depoimento dado por ele na sede da Receita Federal em Vitória (ES), negando que tenha sido feita alguma remessa de dinheiro para o exterior.
Carlos Costa finaliza dizendo que seria mais 'fácil' para a Justiça brasileira e a imprensa reconhecerem a empresa como séria. "Eu fiz questão de abrir a Ympactus [nome jurídico da Telexfree] aqui no Brasil, justamente para que eu não tivesse esse tipo de problema que estou tendo hoje. Mas infelizmente estou sendo injustiçado nesse país, não só pela promotoria, não só por todos os órgãos, mas também pela própria mídia", diz.
Entenda o caso Os pagamentos e novas adesões foram proibidas pela Justiça acreana em junho de 2013, por causa de uma ação ajuizada pelo MP-AC. A empresa é suspeita de operar um esquema de pirâmide financeira disfarçada de empresa de marketing multinível.
Segundo o diretor, na época em que a Telexfree foi bloqueada já possuía mais de três milhões de usuários cadastrados no sistema.
Precisamos esclarecer pontos nebulosos, nesses dias que podem anteceder uma decisão da Justiça:
a) Como não houve decisão por uma nova audiência de conciliação, a juíza poderá decidir pela devolução dos recursos para quem não recebeu nada ou ainda tem para receber, até o julgamento do mérito.
Meu sexto sentido diz que é isso que vai acontecer.
b) O julgamento do mérito caminha para sair em torno de cinco meses, até o meio do ano, quando será decidido o que fazer com a empresa e com o restante do dinheiro.
Uma parte do dinheiro restante é propriedade da empresa e outra parte pertence aos divulgadores mais antigos, que têm um contrato a ser cumprido ou porque reinvestiram.